terça-feira, 23 de abril de 2019

CIPRIANO CASSAMA REUNE COM PARTIDOS PARLAMENTAR

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sentadas, mesa e interioresO líder do Parlamento da Guiné-Bissau, Cipriano Cassama reuniu assento parlamentar, soube à Rádio Jovem junto da fonte oficial.

O encontros decorrer no hemiciclo guineense e visou encontrar solução para a composição da mesa que irá dirigir o Parlamento.

Após varias horas de concertação, os partidos relegam a decisão a sessão de amanhã, quarta-feira, 24 abril.
Quer dizer, os deputados da Nação vão votar para eleger o segundo vice-presidente do Parlamento e os restantes membros da Mesa( 1 e 2 secretario).

Na primeira sessão da decima legislatura, os deputados elegeram o Presidente da Assembleia Nacional Popular e o seu primeiro vice. 

A cadidatura de Braima Camara, líder do Madem G15, para o segundo vice-presidente do parlamento foi chumbada pela maioria dos deputados.
De recordar que o PAIGC, que venceu as legislativas conquistando 47 dos 102 mandatos no parlamento, propôs a eleição de Cipriano Cassamá, o que foi aprovado, e ainda apresentou Nuno Nabian, líder da Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU/PDGB), que também foi eleito ao cargo de primeiro vice-presidente do órgão legislativo.

O impasse deu-se quando o MADEM indicou o seu líder Braima Camará, em observância do dispositivo legal que diz que caberá ao segundo maior votado a indicação do segundo vice-presidente do parlamento.

No último sábado, o porta-voz da formação política fundado pelos dissidentes do PAIGC, Djibril Baldé anunciou que o MADEM-G15 vai manter a candidatura do deputado e líder do movimento, Braima Camará ao lugar de segundo vice-presidente do parlamento nos termos da deliberação da quinta sessão da comissão permanente do partido.

Contudo, reafirmou a determinação do movimento em viabilizar todos os pacotes legislativos para o bem da Guiné-Bissau à semelhança do que demonstrou na viabilização da eleição para ps lugares de presidente e primeiro vice-presidente da ANP, propostos pelo PAIGC.

Perante este cenário, Baldé chama atenção a opinião pública nacional e internacional, sobre manobras do PAIGC, visando provocar, mais vez, crise político institucional na ANP.

Apesar da realização das eleições legislativas no mes passado, a Guiné-Bissau vive uma crise política desde que, em 2015, José Mário Vaz exonerou o governo do PAIGC.
Por: AC

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