quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Jornalistas guineenses paralisam em defesa da “liberdade de expressão”

Nenhuma descrição disponível.
O Sindicato de Jornalistas e Técnicos de Comunicação Social da Guiné-Bissau (SINJOTECS) paralisou esta quinta-feira 06 Agosto, os orgãos comunicação socialde guineense em nome da luta pela liberdade de imprensa e de expressão no país.

A organização representativa da classe surge na sequência do assalto e dos actos vandalismo que destruíram por completo os equipamentos da Rádio Capital FM (CFM) no passado dia 26 de Julho último, impedindo a emissora de emitir.

A vigília, que decorreu em frente das instalações da Rádio Capital, mobilizou dezenas de jornalistas de diferentes órgãos de Comunicação social e culminou com a entrega de uma Carta Aberta aos órgãos de soberania do país. 

Sobre a Rádio Capital FM, os responsáveis do Sindicato e da própria Rádio apelaram aos responsáveis das instâncias competentes para levarem a cabo uma com vista a identicar os autores e responsabilizá-los perante a gravidade dos seus actos.

Numa iniciativa denominada ‘Zero Comunicação’ a organização representativa da classe considerou ser urgente uma tomada de posição perante a declaração em prole da liberdade de expressão e de opinião na Guiné-Bissau. 

RÁDIO ÁFRICA FM NÃO ADERIU
A iniciativa ‘Comunicação Zero’ que contou com a adesão de todos os órgãos de Comunicação Social privados do país, com a excepção da Rádio África FM (muito próxima das autoridades), é neste momento considerada pela classe como sendo método para exteriorizar as preocupações dos jornalistas podia ler palavras de ordem ligadas à liberdade de expressão e a segurança dos jornalistas, eram audíveis cânticos como “queremos a justiça” e “eu sou a CFM”, em solidariedade com a Rádio Capital FM.

Em relação às demais estações presentes era visível a presença dos responsáveis das edições e os seus jornalistas que para além de condenarem o acto, manifestaram a determinação em seguir a luta. A postura da estação que não aderiu a iniciativa motivou uma chamada de atenção por parte do secretário geral do Sindicato sobre a necessidade de união dos jornalistas.

Para o secretário-geral, tudo que aconteceu até a data presente não pode ser visto por algum elemento da classe como sendo um problema da Rádio Capital, porque à medida que isso vai atingidos.

 Relativamente à carta, aberta entregue aos órgãos de soberania, para além de chamada a atenção destes órgãos, é lançado um apelo à sociedade civil a intervir e que encare o sucedido como um acto que pode perigar à paz social e as liberdades fundamentais na Guiné-Bissau.
Rispito.com/e-Global, 06/08/2020

Sem comentários:

Publicar um comentário

ATENÇÃO!
Considerando o respeito pala diversidade, e a liberdade individual de opinião, agradeço que os comentários sejam seguidores da ética deontológica de respeito. Em que todas as pronuncias expressas por escrita não sejam viciadas de insultos, de difamações,de injúrias ou de calunias.
Paute num comentário moderado e educado, sob pena de nao sair em público