sexta-feira, 29 de abril de 2016

IDRISSA DJALÓ DEFENDE ENTENDIMENTO POLITICO OU ELEIÇÕES GERAIS PARA SOLUÇÃO DA CRISE

Idrissa Djaló - líder de PUN
Idrissa Djalo O Presidente do Partido da Unidade Nacional (PUN)  em conferência de imprensa, disse que Guiné-Bissau anda cada vez mais em profundidade miserável, onde os cidadãos cada dia se transformam em pedintes e mendigos.

O politico disse que o povo viveu um pouco com euforias de esperança até dia 12 de Agosto quando o chamado garante da estabilidade desestabilizou o país e instalou crise em todos os lados.

Quando se referia nas possibilidades da resolução da crise agora presente, Idrissa disse que a solução para a crise vigente no país passa pelo entendimento entre os partidos com assento no parlamento, caso contrario, o Presidente da Republica deve dissolver o parlamento e convocar eleições gerais.  

De acordo com Djalo, desde a tomada de posse até altura da exoneração do Governo liderado por Domingos Simões Pereira, “Todos os partidos presentes na ANP estavam no governo de inclusão e em varias ocasiões votaram Moções de Confiança ao governo. Toda a conjutura politica do país vivia de um ambiente saudavel de entendimento, não existia nenhuma crise politica.
Subitamente e de forma isolada, apenas o Presidente da República pensava o contrario, optando em derrube do primeiro governo alegando  desvio de fundos e corrupção, facto que até hoje ele mesmo não conseguiu provar.

Idrissa Djalo disse que José Mário Vaz foi para o parlamento no passado dia 19 de Abril, em vez de buscar saídas viáveis para a crise que ele próprio criou, optou pela defesa de uma facção para bloquear o país. 
Estando ainda com receio de dissolver a ANP e consequentemente marcar eleições gerais, mas pelos vistos, vai ser a solução obrigatória e consequência natural conforme o desenrolar de acontecimentos criados pelo próprio Presidente José Mário Vaz.

Com algum foco de esperança, Djaló avisou aos partidos com assento parlamentar a assumirem as suas responsabilidades buscando soluções com o objectivo de salvar a legislatura em curso,”porque, caso contrário, serão julgados pelo povo nas urnas”. 
Rispito.com, 29-04-2016

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