sexta-feira, 19 de agosto de 2016

DSP E LGDH REAGEM A DETENÇÃO DE JBV  

O líder do PAIGC e antigo PM da Guiné-Bissau disse quinta-feira em Luanda que a detenção do ex-secretário de Estado dos Transportes e Comunicações é arbitrária e sem sentido.
Domingos Simões Pereira (DSP) que falava à imprensa a margem do Congresso do MPLA em Angola, assegurou que ficou mais que comprovado que o regime pretende é amedrontar as pessoas, é criar um clima de medo, é criar um sentimento de recolha e de retenção por parte daqueles que de forma clara se opõem à regime “ditatorial.” 
DSP esclarece que JBV foi detido por não ter comparecido ao Ministério Publico, mas na altura conforme disse, ex-governante igualmente porta-voz do PAIGC se encontrava em missão de serviço do partido na China. Terminado a missão regressou ao país, disponível submeter-se a qualquer esclarecimento seja necessário. A Procuradoria-Geral da República escolheu o caminho da detenção.   
O presidente do PAIGC afirma que o ato demostra a verdadeira natureza do atual regime na Guiné-Bissau. 
“Eu não percebo como é que tento apelo ao diálogo, a reconciliação e a tranquilidade com estas derivas, com estas detenções completamente arbitrarias sem qualquer sentido.” Observou DSP.

Da mesma forma,  Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) considera de violação dos direitos humanos a detenção do João Bernardo Vieira. 
A organização condena com veemência o ato afirmando que a detenção não podia ocorrer a este momento porque segundo a lei, os atos processuais não podem ser praticados durante o período das férias judiciais.
A LGDH manifesta-se apreensiva que a situação não venha desembocar-se num cenário mais preocupante ao ponto da detenção do político venha ser transformada em prisão preventiva.
Informações da última da hora dão conta que JBV poderá ser ouvido ainda nesta sexta-feira, na Procuradoria-Geral da República.
Rispito.com/Lai Baldé-correspondente, 19/08/2016

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