quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

MIOD - cargo de Primeiro-ministro na Guiné-Bissau é um lugar comercial

A cada dia que passa a incerteza continua ensombrar o viver dos cidadaos e em consequência a busca de saída preocupa todos.
O Movimento para a Instauração da Ordem e Disciplina (MIOD) no PAIGC insurgiu nesta terça feira 3 de Janeiro, que não poupou a figura do chefe de estado.

O movimento acusou o Presidente da República, José Mário Vaz, de "vender" o país a uma pessoa desconhecida, referindo-se ao seu primeiro-ministro Umaro Sissoko.

Pedro de carvalho, porta-voz do movimento, afirma que a democracia está em perigo e acusa “José Mário Vaz de factor da instabilidade política na Guiné-Bissau.
Tirou ao PAIGC o mandato confiado pelo povo, criou o grupo dos 15, agudizou o PRS e aliou os dois. E agora nomeou um primeiro-ministro da proveniência desconhecida cuja actividade é obscura e duvidosa à ostentar bens discutíveis para assumir o destino da governação, do país

Pedro de Carvalho afirmou nessa conferência de imprensa, em Bissau,  que ninguém sabe da proveniência do actual primeiro-ministro, Umaro Sissoko Embalo. E garantiu que “hoje temos prova mais do que evidente de que o lugar de o primeiro-ministro está à venda na Guiné-Bissau.
Rispito.com, 03-01-2017

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