sábado, 28 de novembro de 2020

Direção Geral das Florestas ignoradas na polémica das madeiras

A Direcção Geral das Florestas e Fauna (DGFF) desconhece uma operação que está a ser levada a cabo para a recuperação de madeiras nas diferentes carpintarias e serrações, em Bissau", revelou uma fonte da instituição. Segundo fonte na DGFF "todo o trabalho decorre à margem da Direcção Geral das Florestas e Fauna, sob a suposta coordenação da Comissão Interministerial", recentemente criada para a gestão das madeiras ainda esquecidos nas matas do país. 

"O que eles estão a fazer não é do nosso conhecimento. Embora façamos parte da comissão, lamentavelmente, não fomos informados do que se passa", disse a fonte. FAC Sobre a deposição das feitas em causa nas instalações militares, precisamente na Base Aérea de Bissalanca, a mesma fonte lamentou a escolha do local, uma vez que deveria ser um DGFF0 "fiel depositário", enquanto entidade gestora do produto florestal. 

Relativamente às reuniões da Comissão Interministerial, estrutura da qual fazem parte dos Ministérios da Agricultura, do Ambiente, das Finanças, e do Interior, uma fonte da Direcção Geral das Florestas e Fauna antiga que, nos últimos tempos, os encontros ocorridos sem o conhecimento das autoridades florestais. 

 "A única operação da qual soubemos foi das madeiras provenientes das instalações da STENACKS fapreendidas pela PJ), cujo produto está, neste momento, a ser alvo de trabalhos técnicos nos nossos

Apolémica sobre madeiras envolve, atualmente, várias entidades guineenses, desde uma Associação de Madeireiros Industriais, Colectivo de Operadores Económicos Não Industriais, Proprietários das  Carpintarias, bem como os Operadores de Lenhas e Carvão que, com a secundária da Associação dos Madeireiros, os quais estão contra a forma como está a ser gerido o processo de madeiras na Guiné-Bissau.
Rispito.com/e-Globa, 26/11/2020

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