domingo, 5 de março de 2017

Idrissa Djalo reage contra decreto que regulamenta camapanha de caju

O Idrissa Djalo, líder do Partido da Unidade Nacional (PUN) em mais uma aparição publica na passada sexta-feira, 03 de Março,  acusou o ministro de Economia e das Finanças, Aladje Mamadú Fadia de um governante sem postura e de de estar envolvido em várias acções prejudiciais a economia nacional.

As declarações foram proferidas numa conferencia de Imprensa que visa tornar publico a sua reação sobre a recente pretenção do governo de uma lei inédita na presente campanha,  assegurando que o executivo anda em manobras de criar um “decreto discriminatório” com objectivo de fazer um monopólio na comercialização do caju.

Idrissa Djaló desafiou ministro Mamadú Fadia a demitir-se, na sequência das medidas contraditórias ao seu parecer sobre a campanha de comercialização de cajú,  que prevê uma severa restrição apenas para os empresários nacionais, a possibilidade de intermediar a compra desse produto. 

 Para descurtinar os segredos, Idrissa falou de embrulhada que envolve, Aladje Mamadu Fadia, Biotche Candé, Braima Camara e José Mário Vaz de "velhos incubados e ladroes do povo". Congregados numa velha tradição que outrora atrapalhou a vida empresarial no caso FUMPI e agora transparecidos no centro da corrupção no aparelho do Estado e no sector privado virando o alvo para campanha de caju. 

Como não devia falhar, o politico chamou a classe política guineense da mais corrupta da África Ocidental e classificando o Presidente Mário Vaz  de um homem profundamente  atrapalhado, afundado na falta de preparação e sem moral de continuar a frente do povo guineense.
Rispito.com, 04-032017

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