quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Umaro Sissoco diz  que Guiné-Bissau já não tem problemas políticos

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, disse na cidade da Praia, que o país já não tem problemas políticos e que são os próprios guineenses que devem encontrar solução para os seus problemas.
"A Guiné-Bissau já não tem problemas políticos. A crise da Guiné tem de ser ultrapassada pelos próprios filhos da Guiné", afirmou o chefe de Governo guineense à agência Inforpress, no final de um encontro com o Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, do qual a imprensa não foi informada.

A Presidência da República divulgou posteriormente uma nota com fotos na sua página oficial no Facebook, adiantando que o primeiro-ministro guineense afirmou que o seu país está interessado em reforçar as relações de amizade e cooperação com Cabo Verde.

Para isso, Umaro Sissoco Embaló anunciou que o novo embaixador do país vai ser nomeado ainda esta semana e "apresentará brevemente" as cartas credenciais ao Presidente cabo-verdiano.

À saída de Bissau, Umaro Sissoco Embaló anunciou que foi a Cabo Verde participar na abertura do IV Fórum Mundial sobre o Desenvolvimento Local, mas não foi visto entre as altas individualidades cabo-verdianas e estrangeiras que participaram no evento.

Em declarações à Inforpress, na Praia, o chede de Governo disse que iria "testemunhar a importância deste fórum", que não participaria, mas que deixava alguém a representá-lo.

Mesmo garantindo que o país já não tem problemas políticos, o chefe de governo guineense, que deverá regressar ao país ainda no mesmo dia, considerou ser "bem-vinda a mediação de povos irmãos, como o de Cabo Verde".

Durante a visita relâmpago a Cabo Verde, Umaro Sissoco Embaló terá sido ainda recebido pelo homólogo cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, segundo a Inforpress.

"Cabo Verde é a última etapa da minha visita à sub-região (africana). Já estive em todos os países da Comunidade Económica para o Desenvolvimento da África Ocidental (CEDEAO), Nações Unidas, União Europeia e deixei Cabo Verde para o último, a fim de testemunhar também a solidariedade do povo cabo-verdiano", indicou.

O chefe do governo guineense fez-se acompanhar de uma delegação integrada pelos ministros do Turismo e Artesanato, do Comércio e Promoção Empresarial e do Diretor Geral do Protocolo do Estado.
Rispito.com/Lusa, 18-10-2017

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