quinta-feira, 7 de junho de 2018

Portugal apoia gestão de migrações em Cabo Verde, Guiné-Bissau e Gâmbia

Related imageUm dos projetos será executado conjuntamente em Cabo Verde e na Guiné-Bissau, enquanto o segundo, na Gâmbi destina-se a melhorar o desenvolvimento económico e as perspetivas de futuro dos jovens.

Portugal, através do Fundo Fiduciário de Emergência da União Europeia para África, vai apoiar projetos na área de gestão de migrações e desenvolvimento económico em Cabo Verde, Guiné-Bissau e Gâmbia, indica uma nota do Governo português, divulgada esta quarta-feira.
Segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros português, um dos projetos será executado conjuntamente em Cabo Verde e na Guiné-Bissau, enquanto o segundo, na Gâmbia, destina-se a melhorar o desenvolvimento económico e as perspetivas de futuro da população jovem gambiana.

Intitulado “Building a Future – Make it in The Gambia”, o projeto prevê a criação de condições para a promoção de emprego e de oportunidades para a reintegração de migrantes.

Em Cabo Verde e na Guiné-Bissau, o projeto “GESTDOC”, com um financiamento de 5 milhões de euros, centra-se sobretudo na modernização e segurança de documentos de identidade, contribuindo, desta forma, via para a luta contra o tráfico de seres humanos.

Além da estreita colaboração com as autoridades locais, Portugal contará também com a participação da Imprensa Nacional Casa da Moeda e a Fundação Fé e Cooperação na concretização do projeto. O projeto terá um financiamento global de 23 milhões de euros e será executado conjuntamente por três Estados membros da UE – Alemanha, Bélgica e Portugal -, sendo da responsabilidade do Instituto Marquês Valle Flôr (IMVF) a execução da componente atribuída a Portugal.

O Fundo Fiduciário de Emergência da UE para África foi criado em novembro de 2015, na Cimeira de La Valeta sobre a Migração. A intenção é a de promover o desenvolvimento, a estabilidade e de contribuir para uma melhor gestão da migração nas regiões do Sahel e Lago Chade, Corno de África e norte de África.

O Fundo foi dotado com mais de 3,4 mil milhões de euros, sendo a maior parte dos seus recursos dedicada a projetos de criação de emprego e desenvolvimento económico, a par da promoção de uma melhor gestão da migração e da boa governação. Portugal contribuiu até agora com 1,8 milhões euros para o Fundo Fiduciário europeu.
Rispito.com/Lusa, 07-06-2018

Sem comentários:

Publicar um comentário

ATENÇÃO!
Considerando o respeito pala diversidade, e a liberdade individual de opinião, agradeço que os comentários sejam seguidores da ética deontológica de respeito. Em que todas as pronuncias expressas por escrita não sejam viciadas de insultos, de difamações,de injúrias ou de calunias.
Paute num comentário moderado e educado, sob pena de nao sair em público