terça-feira, 30 de julho de 2019

Candidatos às presidenciais intensificam pedidos de apoio aos partidos

Image result for bandeira da guiné bissauOs candidatos às eleições presidenciais de 24 de novembro na Guiné-Bissau intensificam pedidos de apoios às formações políticas, com uns a enviarem cartas formais e outros a privilegiarem contactos pessoais, disseram à Lusa fontes partidárias.

Fonte da Assembleia do Povo Unido - Partido Social Democrata da Guiné-Bissau (APU/PDGB) disse à Lusa que o ex-primeiro-ministro guineense Carlos Gomes Júnior endereçou uma carta ao partido, solicitando apoio enquanto candidato independente.

Ainda não há qualquer resposta da APU/PDGB em relação ao pedido de Gomes Júnior, precisou a fonte.

Carlos Gomes Júnior, primeiro líder político guineense a anunciar a sua candidatura às presidenciais de Novembro próximo, fez o mesmo pedido de apoio aos seis partidos com assento parlamentar.

Uma fonte do Partido da Renovação Social (PRS) disse à Lusa que além da carta de Carlos Gomes Júnior, o atual Presidente guineense, José Mário Vaz, também formalizou um pedido escrito ao partido e o líder da APU/PDGB, Nuno Nabian, manifestou, através de uma abordagem feita por uma delegação partidária, a intenção de contar com a ajuda do PRS na corrida presidencial.

Também aos dois, disse a fonte, o PRS ainda não deu qualquer resposta.

Cipriano Cassamá, líder do parlamento, endereçou uma carta formal ao Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), do qual é o primeiro vice-presidente, a manifestar-se disponível para, ao nível das eleições primárias, ser o candidato nas presidenciais de Novembro.

Umaru Sissoco Embaló, antigo primeiro-ministro, fez a mesma diligência junto do Movimento para a Alternância Democrática (Madem), indicou à Lusa fonte daquela formação política, em que Embaló é o quarto vice-presidente.

Candidato derrotado na segunda volta das últimas presidenciais, realizadas em 2014, Nuno Nabian, agora líder da APU/PDGB será candidato pelo seu partido nas presidenciais de 24 de Novembro, indicou à Lusa a fonte daquela formação política, frisando ser um "facto natural".
Rispito.com/Lusa, 30-07-2019

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