segunda-feira, 23 de setembro de 2019

É pena que as elites só dêm conta da crise quando ela atinge a cúpula.
Tão bem educadas e refinadas que são, porque proprietárias de bons valores, recebidos desde berço, deviam ser mais sensíveis às pequenas oscilações sociais. Infelizmente, não é o caso. Em vez de fazerem o uso da sua apurada sensibilidade para prevenir conflitos, enclausuram-se, aconchegadamente, na sua torre de marfim donde, de quando em vez, espreitam, através da janela do preconceito, que se lhes abre durante o intervalos da sua lucidez, o mundo dos insignificantes.


Julgando-se superiores aos demais, nada fazem até um dia cairem na desgraça por elas plantadas.
Não é preciso ser gênio para ser-se protagonista de grandes mudanças sociais. Apenas seja um bom líder , manso de coração e humilde. O resto virá por acréscimo.

A incoerencia politica e as ganancias dos que mandam, fazem dos cidados da GB de um povo faminto da estabilidade e a viver a cada dia que passa com uma esperança adiada
Esta no ar, mais um programa defraudar
Esta é a nossa 3ª dicao



A Guiné-Bissau tem sido, desde a declaração da independência, palco de crises multidimensionais, colocando em causa a paz, a estabilidade, o desenvolvimento sustentável e, consequentemente, a existência da Guiné-Bissau como um Estado soberano.
Preocupa-nos o devir guineense, cujo progresso tem sido frequentemente impedido e adiado por interesses geoestratégicos e pela encruzilhada de interesses particulares e regionais que o permeiam e o rodeiam tornando persistente as  múltiplas crises multidimensionais.
Contudo, conhecemos bem a realidade do nosso país, entendemos que possuímos os requisitos necessários para superar as adversidades.
Por tudo isto, eis o nosso apelo à mudança de paradigma!
A renovação será árdua e exigirá coragem e empenho pois está em causa não só a existência dos guineenses como um povo bem como a entidade da Guiné-Bissau como um Estado soberano.



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