quarta-feira, 20 de julho de 2016

Idrissa Djalo classifica acórdão do STJ fim da democracia na Guiné-Bissau

O líder do Partido da Unidade Nacional (PUN) afirmou quarta-feira em Bissau, que o Presidente Mário Vaz selou o seu destino político através do acórdão nº 04/2016 do Supremo Tribunal de Justiça, que classifica de vergonha, fim da democracia e dança de ventre penosa perpetrado pelos sete juízes dessa instância máxima da justiça guineense.

Em conferência de imprensa, Idrissa Djalo disse que a decisão do STJ é da responsabilidade soberana de quem comanda o Palácio da República porque segundo disse, com o Acórdão, os partidos políticos não precisam de ir às eleições para governar, basta estar ao lado do Presidente da República estará logo no leme da governação. 

Indicando igualmente que o mesmo acórdão constitui um certidão de óbito à um sistema politico falhado que não dispõe de pernas para levar avante o destino do país, devido aos interesses divergentes dos protagonistas.     

Falando sobre o paradeiro do fundo do FUNPI, Idrissa Djalo garante acionar mecanismos legais ao FMI para proceder uma auditoria das Finanças Publicas e do sistema bancário do país, com vista apurar a verdade sobre a dilapidação dos fundos públicos. Acusando o BCAO de estar envolvido em casos de corrupção devido a falta de transparência no processo. 

Conforme o presidente do PUN, não é aceitável o mesmo assunto que já teve um veredicto final, ao menos de um ano e com mesmas figuras tomar decisão contraria a mesma matéria. Por isso, prestou homenagem aos três juízes que confirmaram a inconstitucionalidade do Decreto Presidencial que nomeia Baciro Dja, como PM da Guiné-Bissau.
Rispito.com/Lai Baldé-correspondente,20-07-2016

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