quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Artur Sanhá em campanha para a liderança do PRS

Na passada segunda-feira, Artur Sanhá, antigo primeiro-ministro, apresentou aos militantes a sua candidatura à liderança do PRS e garantiu que se for eleito o partido terá um outro posicionamento perante a crise política que assola o país, no congresso que decorrerá entre 26 e 29 de Setembro, na localidade de Gardete, arredores de Bissau.

Artur Sanhá, antigo primeiro-ministro e ex-secretário-geral dos renovadores, criticou a posição do PRS em relação ao apoio ao presidente da República, que ele qualificou de integração do seu partido em governos sem consistência.

O congresso do PRS decorre  sob o lema “Consolidação do Estado de direto democrático para melhor servir a Guiné-Bissau". Os candidatos já abriram as hostilidades, pelo menos a nível verbal, com ataques e promessas de revelações bombásticas.

Artur Sanhá apresentou-se aos militantes para lhes garantir que, se for eleito, o PRS terá um outro posicionamento perante a crise política que assola o país. Sanhá  entrou em ruptura com o posicionamento da atual direcção do partido, que apoia as iniciativas do chefe do Estado, com o PRS a integrar os cinco governos até aqui nomeados por José Mário Vaz.

Neste congresso, por além de Artur Sanhá, também concorrem à liderança Alberto Nambeia, actual líder do partido, Ibraima Sori Djaló, antigo presidente do parlamento, Sola N´Quilin, actual ministro da Administração Territorial, Fernando Correia Landim, ex-ministro das Pescas, Aladje Sonco, funcionário das Alfândegas de Bissau, Aladje Nanque, ex-deputado, e Ribana Bder Na Nkek e Camnate Djata, membros do conselho nacional do PRS.
Rispito.com/RFI, 20-09-2017

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