segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Principal hospital da Guiné-Bissau desmente que ativista tenha morrido por falta de oxigénio

Os responsáveis do Hospital Simões Mendes, o principal hospital da Guiné-Bissau, desmentiram hoje que o antigo líder do Movimento dos Inconformados, Bernardo Catchura, tenha morrido por falta de oxigénio naquela unidade médica, como referiu antes um amigo.

Lesmes Monteiro, antigo porta-voz do Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI) disse à Lusa, no sábado, dia em que foi a enterrar o corpo de Bernardo Catchura, que aquele faleceu numa clínica de Bissau, após não conseguir ser atendido no Simão Mendes, que estaria com falta de oxigénio, segundo disse.

Em conferência de imprensa hoje, o diretor do hospital, Agostinho Semedo, o diretor clínico, Dionísio Cumba, e o médico que se encontrava de serviço na unidade de cirurgia, negaram que a causa da morte do ativista tenha sido a falta de oxigénio.

"O malogrado não morreu pela falta de oxigénio, como se ouve dizer sobretudo nas redes sociais", afirmou Agostinho Semedo.

Arlindo Quadé, médico de serviço na unidade de cirurgia no dia em que faleceu Bernardo Catchura, explicou que aquele chegou ao hospital numa altura em que estava a dar assistência a um grupo de crianças que tinham tido um acidente com uma granada num antigo quartel no leste da Guiné-Bissau.
Rispito.com/Lusa, 01-02-2021

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