sexta-feira, 30 de abril de 2021
Ministério Público “boicota” julgamento do seu chefe
Caso PIR: 18 agentes transferidos para diferentes celas
quarta-feira, 28 de abril de 2021
Emirados Árabes Unidos doam 37 toneladas de alimentos à Guiné-Bissau
terça-feira, 27 de abril de 2021
Governo da Guiné-Bissau toma posse após remodelação polémica
segunda-feira, 26 de abril de 2021
EDUCAÇÃO E OS RISCOS DE COLAPSO
FUNCIONÁRIOS DA DELEGACIA DE FINANÇAS DE BAFATÁ CHAMAM VIDENTE PARA DESCOBRIR O AUTOR DO ROUBO DE SELOS
REMODELAÇÃO GOVERNAMENTAL TIRA TRÊS PASTAS AO MADEM E INSTALA CRISE
domingo, 25 de abril de 2021
sábado, 24 de abril de 2021
Sociedade civil preocupada com evolução da situação política na Guiné-Bissau
União Europeia discute com a Guiné-Bissau cooperação entre 2021 e 2027
quinta-feira, 22 de abril de 2021
Guiné-Bissau: PAIGC e PRS em negociações para uma nova maioria?
PM da Guiné-Bissau quer negociar com FMI programa mais “alargado e ambicioso”
quarta-feira, 21 de abril de 2021
PRS vai sair do governo de Umaro Sissoco Embaló
"Regresso de Domingos Simões Pereira inquieta as pessoas”, diz Muniro Conte
Um dos líderes co-fundadores do Partido da Renovação Social, Sori Djaló referiu-se terça-feira ao líder do PAIGC em jeito de acusação, por participação em alegada reunião secreta com o líder do PRS, Alberto Nambeia e alguns militares, na povoação de Patche Yalá, Norte da Guiné-Bissau.
Sori Djaló mais não disse sobre os motivos da alegada reunião secreta entre os dois líderes e com envolvimento de militares, proibidos, por lei ,de participar em actividades político-partidárias.
Muniro Conté sustenta que “percebe-se, sem qualquer dúvida, que o regime contava impedir Simões Pereira de regressar ao pais fazendo ameaças e acusações baseadas em fabricações e montagens, intimidações e agressões”.
"Recorreram-se de tudo, incluindo expedientes grosseiramente orquestrados, como um suposto mandato de captura internacional, como forma de impedir o seu regressar ao país, após ficar muito tempo em Portugal. Depois de falhar todas as tentativas de impedir o seu regresso ao país, agora tiveram que virar seus expedientes para calúnia, instrumentalização étnica e religiosa e falsas acusações de pretensas tentativas de desestabilização, que, se pode existir, é do conhecimento e controlo exclusivo de quem as pronuncia”, disse Conté.
Em relação a uma eventual constituição de uma nova maioria parlamentar entre o PAIGC e o PRS, Muniro Conté responde que pode ser a preocupação das pessoas em relação à essa possibilidade de uma eventual maioria entre as duas formações políticas.
“Se pode existir uma aliança
constitucional, legal e legitimo neste momento no quadro politico, é entre o PAICG e o PRS, e não um acordo de comprar deputados para formar maioria”, sustentou Muniro Conté, secretário para a Comunicação do PAIGC.ANG/MI/ÂC//SG
Dois co-fundadores do PRS acusam Alberto Nambeia de ter reunido secretamente com militares em Patche Yalá
Dois membros co-fundadores do Partido da Renovação Social(PRS), Mário Pires e Ibraima Sori Djaló, acusaram o líder daquela formação política Alberto Nambeia e do PAIGC Domingos Simões Pereira de terem realizado encontro secreto com alguns militares, na povoação de Patche Yalá, no sector de Bula, norte do país.
“Apelamos o respeito escrupuloso pelos estatutos do Partido da Renovação Social em todas as suas formas e funcionalidades, evitando quaisquer reuniões fora das estruturas, como aconteceu com a dita reunião recentemente ocorrida na povoação de Patche Yalá e cujo impacto tem atingido gravemente a imagem e o bom nome do PRS”, disse Mário Pires.
Aquele ex. membro fundador do PRS apelou ao actual líder do partido, Alberto Nambeia no sentido de vir ao público esclarecer o ocorrido.
Por sua vez, Ibraima Sori Djaló disse que, o líder dos renovadores Alberto Nambeia deve explicar os motivos da reunião realizada em Patche Yalá com os militares.
Acrescentou que, de certeza, os militares que tomaram parte na referida reunião não souberam do objectivo do encontro, frisando que, depois de serem informados do teor da reunião, um deles insurgiu-se contra a iniciativa tendo exortado aos dois políticos para irem concertar posições na Assembleia Nacional Popular, porque eles não querem mais problemas para o país.
Ibraima Sori Djaló acusou sem citar nomes que as pessoas têm o vício do poder e de roubar dinheiro público, e diz que que essa postura vai contra os princípios do líder fundador do PRS, Kumba Yalá.
“Nós é que fundamos o PRS e nós é que podemos contar a história dessa formação política. O actual líder do PRS afirmou em várias ocasiões que se deve entregar o partido aos jovens, mas agora está a mobilizar as pessoas para lhe apoiar no próximo congresso”, vincou.
Sory Djaló referiu-se ao líder
do PAIGC, Domingos Simões Pereira e Alberto Nambeia, dizendo que, se os dois não querem reconhecer o actual chefe de estado, Umaro Sissoco Embaló, o PRS não vai entrar em nenhum problema.ANG/ÂC//SG
Conselho do CEMGFA apela militares a se absterem da política partidária
O Conselho de Chefes de Estado-Maior General das Forças Armadas apela à todos os militares no activo e na reserva para que se abstenham, definitivamente, de tomar parte nas reuniões e outros actos de caracter político-partidária.De acordo com um comunicado à imprensa do Gabinete do Chefe de Estado- maior General das Forças Armadas entregue hoje à ANG, o apelo saiu da reunião do Conselho de Chefes de Estado-maior general, realizada segunda-feira na qual se analisou o comportamento de alguns oficiais, que têm vindo a participar sucessivamente nas reuniões de caracter político-partidária.
A nota refere que, os referidos actos por si só, violam o dever de isenção política plasmado nos artigos 20º número 4 da Constituição da República da Guiné-Bissau, conjugados com artigos 30º e 31º números 1,4 e 5 da Lei da Defesa Nacional, que determinam o equidistanciamento dos militares da política partidária.
De acordo com a nota, o Conselho de Chefes de Estado-Maior general das Forças Armadas, deliberou com fundamentos no artigo 158º número 1, dos Estatutos das Forças Armadas, que refere que o militar cujo comportamento se revele incompatível com a permanência no activo, pela falta de qualidades morais reveladas na prática de actos atentatórios à ética, brio ou decoro militar, bem como do prestígio das Forças Armadas, transita compulsivamente para a situação de reforma, se tiver prestado o tempo mínimo
de 10 anos de serviço.














